É SEMPRE BOM LEMBRAR QUE UM COPO VAZIO ESTÁ CHEIO DE AR*









16.6.10

All, (parte 4)

O teu nome foi o que vi primeiro. Estava azul -é claro- brilhante num cartaz com o mapamundi, maior que o nome dos oceanos e dos continentes. Depois vi o teu rosto e assim o teu nome tornou-se ainda maior. Jurei no mesmo instante que seria minha a tua virgindade (que grande garoto eu era!).

Eu escrevia poesia como o Dean atuava na vida e nos filmes

(o meu caderno sobre o volante do carro do meu pai às 00:00hs e um olhar de Einstein em frente a e=mc²)

alí eu fiz meu primeiro poema pra ti, com a folha cheirando a conhaque que gotejava da minha boca,

"All, todos os meus poemas nasceram junto de ti/ Todas as palavras que conheço ficaram envoltas a ti por nove meses/ Tua mãe é a mãe de tudo o que conheço, Tua mãe é a mãe de minha mãe/ Não há outra vida senão ao teu lado/ E você não poderá controlar o que está prestes a acontecer a nós dois."

Guil

PS: Eu estava lhe esperando.


Você nunca agradeceu por nada.
Você sempre aceitou tudo da mesma forma que eu aceitei a tua primeira mentira.
Meu Deus, como éramos parecidos!

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