Te fiz um soneto, All, na noite do dia 29 de dezembro. Quando tive aquela viagem, vendo umas criaturas marítimas nas paredes das casas; ouvindo cantos de baleias e outras coisas... Haha, foi legal, mas também foi grave. Tive de vê-la novamente.
Soneto da Caminhada Noturna na Rua 47
"Em cada rua da cidade um mar s'esconde
A respiração dos peixes mais estranhos ouço
Mais parece criaturas de um poço
Que habita em mim... Por aqui... Só não sei onde...
Quando caminho o mar da rua vai pra mais longe
À inspiração dos peixes mais medonhos torço
O pescoço e sigo com grande esforço
Pois há algo em mim... Por aqui... Mas não sei onde...
Me sentindo num vídeo da Yoko Ono,
Vislumbro o mar de lá se aproximando,
E saio correndo de volta à tua casa.
É sempre assim nas noites de fim de ano,
Sozinho, calado, saio andando...
Mas sempre volto pra buscar meu par de asas."
Ainda adoro este soneto e já faz anos...
Nuvens que passam
-
Vá!
Se caia sobre a poesia.
Das coisas.
Se permeie da poesia.
Das coisas.
Se infiltre pelas beiradas.
E, com mansidão, vá chegando ao cerne na poesia.
Das co...
Há 7 anos
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