Para deixá-la ainda mais bonita a sua avó era um amor de pessoa. Caduca como o tempo. Caduca como uma rainha qualquer./////////
"Vóvó, você vai ficar para assistir a novela ou quer que eu a leve à casa da Tia Venni?",
"Deixe estar, filhinha, vamos ver o que o sol reservou para nós hoje."
E as coisas sempre aconteciam como deviam.
Tudo em seu tempo./
Tudo em seu lugar.//
(quanto mais velho, o mundo fica mais novo. As coisas não caducam tão belamente como sua avó))))\\//
O nosso amor também caducou, mas em mim...
Hoje ele é um velho rabugento que escreve com um ódio transfigurado em saudade.
Não deixe-se enganar pela leveza dos meus versos, All.
Eu posso matar você.
Nuvens que passam
-
Vá!
Se caia sobre a poesia.
Das coisas.
Se permeie da poesia.
Das coisas.
Se infiltre pelas beiradas.
E, com mansidão, vá chegando ao cerne na poesia.
Das co...
Há 7 anos
=) Que mister de Manoel e Azevedo hummm...gostosura, algo como sorvete de limão. Não acha?
ResponderExcluirObrigada, pelo comentário fofo, Guilherme.
E como pedido Clarice andou dando novas pinceladas.
Um Grande Abraço