O teu nome foi o que vi primeiro. Estava azul -é claro- brilhante num cartaz com o mapamundi, maior que o nome dos oceanos e dos continentes. Depois vi o teu rosto e assim o teu nome tornou-se ainda maior. Jurei no mesmo instante que seria minha a tua virgindade (que grande garoto eu era!).
Eu escrevia poesia como o Dean atuava na vida e nos filmes
(o meu caderno sobre o volante do carro do meu pai às 00:00hs e um olhar de Einstein em frente a e=mc²)
alí eu fiz meu primeiro poema pra ti, com a folha cheirando a conhaque que gotejava da minha boca,
"All, todos os meus poemas nasceram junto de ti/ Todas as palavras que conheço ficaram envoltas a ti por nove meses/ Tua mãe é a mãe de tudo o que conheço, Tua mãe é a mãe de minha mãe/ Não há outra vida senão ao teu lado/ E você não poderá controlar o que está prestes a acontecer a nós dois."
Guil
PS: Eu estava lhe esperando.
Você nunca agradeceu por nada.
Você sempre aceitou tudo da mesma forma que eu aceitei a tua primeira mentira.
Meu Deus, como éramos parecidos!
Nuvens que passam
-
Vá!
Se caia sobre a poesia.
Das coisas.
Se permeie da poesia.
Das coisas.
Se infiltre pelas beiradas.
E, com mansidão, vá chegando ao cerne na poesia.
Das co...
Há 7 anos
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